Quantos Condomínios Existem No Brasil? A Forma De Administrar Muda?

Quantos condomínios existem no Brasil? Essa dúvida pode ser apenas uma curiosidade para as pessoas em geral, mas para quem trabalha neste segmento é um dado que pode significar muitas oportunidades estratégicas, principalmente para as administradoras condominiais. 

 

Afinal, será que o setor vem crescendo ou diminuindo? Como funciona a gestão desses condomínios? Veja a seguir o que é importante considerar!

 

Quantos condomínios existem no Brasil?

 

Para responder essa dúvida sobre quantos condomínios existem no Brasil, precisamos analisar os dados do último Censo Demográfico do IBGE, que estima que dos 57.324.185 domicílios, 6.157.162 são apartamentos e 1.018.494 casas de vila ou condomínios.

 

O avanço na urbanização e busca por maior segurança e qualidade de vida tem feito com que as pessoas escolham morar em prédios e condomínios. Inclusive, de acordo com a Folha de SP, a quarentena impulsionou a procura por imóveis em condomínios fechados localizados em cidades próximas a São Paulo.

 

Como esses condomínios são administrados?

 

Com tantos condomínios, será que a maneira de administrá-los é igual? A principal diferença é realmente a quantidade de condôminos e o porte, pois no geral, todos precisam seguir preceitos básicos como: 

 

  • a legislação de condomínio, ou seja, o Código Civil, pela Lei nº 4.591/64;
  • seguir as leis internas (da convenção de condomínio e regimento interno);
  • a Lei das Locações;
  • a Lei do Silêncio;
  • entre outras. 

 

Essas leis falam sobre direito de propriedade, assembleias, despesas condominiais e uso da edificação pelos condôminos, além de outros assuntos. Além da questão jurídica, é importante que a gestão seja feita de uma maneira eficiente, evitando gastos desnecessários e inadimplência. 

 

Convenção do condomínio

 

A convenção do condomínio é um documento registrado no Cartório de Registro de Imóveis. Ele contém os direitos e deveres dos condôminos, sanções e informações sobre a estrutura do condomínio, atuando como uma espécie de contrato e estatuto.

 

Por outro lado, o regimento aborda as normas de convivência, para uma melhor vida social do condomínio, normas sobre uso de espaços comuns, etc. O síndico precisa conhecer bem a legislação do condomínio para administrar da forma correta e evitar conflitos. 

 

No entanto, para que o profissional faça isso, ele precisa contar com a ajuda de tecnologias feitas especialmente para administração de condomínios. Dessa forma, ele pode utilizar um sistema que permita organizar a parte financeira, social e de segurança do local. Isso facilita o trabalho e traz mais praticidade e autonomia para os moradores.

Quer continuar se informando sobre o tema? Veja nosso conteúdo sobre como desenvolver o modelo ideal de Regimento Interno!

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